domingo, 9 de novembro de 2008

DE FRENTE PRO NADA


Sentado a beira do rio,
de frente pro nada,
pois mais nada importa...

A bruma que vaga,
o vento que leva,
o som do silêncio
que sinto passar.

Saudades que eu sinto,
da cor dos teus beijos,
do sabor dos teus olhos,
do teu sorriso gostoso a insinuar.

Pecados calientes
na minha mente vazia,
sonhando sozinha,
escoando pro mar.

Verdades lacradas,
mentiras abertas,
maresia batendo
pra me despertar.

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