sexta-feira, 16 de maio de 2008

ESPELHO

Havia muito tempo
no meu peito amargo,
necessidade de ver-te assim feliz!

Mas por quê espelho ingranto
não refletes a felicidade da alma?

Mostra-me somente a minha cara amarga,
quedas de cachaça
e rasteiras da vida...

Sentimentos concretos,
irrefletíveis num rosto tão abstrato.

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