Havia muito tempo
no meu peito amargo,
necessidade de ver-te assim feliz!
Mas por quê espelho ingranto
não refletes a felicidade da alma?
Mostra-me somente a minha cara amarga,
quedas de cachaça
e rasteiras da vida...
Sentimentos concretos,
irrefletíveis num rosto tão abstrato.
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